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Corrupção mata a economia do Novo México

Antes de Demesia Padilla se tornar a mais recente acusada criminosa do Novo México em um caso de corrupção pública, ela era uma política com um slogan de campanha esperançoso.

“Vou acabar com o constrangimento”, dizia ela.

Não foi assim que aconteceu.

O Novo México tem três problemas crônicos. Um é a pobreza. Outra é uma economia muito dependente dos empregos do governo e da produção de petróleo, sempre uma proposta de expansão e recessão.

O terceiro é a corrupção. Estrangula o progresso na redução da pobreza e na melhoria da economia.   As pessoas que se servem em vez do interesse público acabam frequentemente em cargos públicos ou são nomeadas para cargos governamentais.

A culpa ou inocência de Padilla é uma questão em aberto. O que está claro é que ela tinha sérios defeitos de caráter, mas ainda assim recebeu um importante trabalho do governo.

Ela revelou-se quando ela correu o que muitos chamavam de campanha racista para tesoureiro estadual em 2006. Os eleitores rejeitaram Padilla naquela eleição.

Mas ela ressurgiu em 2011 quando a recém-eleita governadora republicana Susana Martinez nomeou-a como secretária do Departamento de Tributação e Receita.

Agora, o procurador-geral do estado acusou Padilla de uma série de crimes de seus anos no governo Martinez. Eles incluem peculato e envolvimento em um ato oficial para ganho financeiro pessoal.

A vida de Padilla mudou 180 graus desde a corrida para o tesoureiro, quando ela prometeu acabar com o constrangimento naquele escritório.

Republicano, Padilla concorreu após dois democratas, Michael Montoya e Robert Vigil, terem ganho o cargo de tesoureiro e depois terem sido presos por condenações por corrupção.  O slogan de Padilla sobre acabar com o embaraço não era tão otimista quanto “Eu gosto de Ike” ou tão interessante quanto “É a economia, estúpido”, uma joia da primeira campanha presidencial de Bill Clinton.

Ainda assim, ela assegurou aos eleitores que ela seria uma reformadora, honesta e competente.  Como Padilla conduziu sua campanha foi mais revelador do que qualquer slogan.  Ela distribuiu um mailer representando seu oponente, um homem negro chamado James B. Lewis, como uma marionete em cordas manipuladas pelo então Gov.

Bill Richardson.  O retrato de Lewis de Padilla como um tio Tom ofendeu muitos eleitores. Enfrentando uma reação, Padilla alegou que havia distribuído um desenho inofensivo.

Os eleitores escolheram sabiamente elegendo Lewis. Padilla retornou ao seu trabalho como contadora até Martinez lhe dar uma nomeação no gabinete.

O Comitê do Estado do Senado, controlado por democratas, teve a chance de explorar a aptidão de Padilla para o trabalho. Mas o comitê fez o que quase sempre faz – nada.

Os senadores confirmaram duas vezes Padilla, no início do primeiro e segundo mandados de Martinez. Eles nunca fizeram perguntas difíceis a Padilla, mesmo depois de ela ter feito falsas alegações sobre uma das leis mais debatidas do estado.

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