Entenda o que é Gig Economy

De uma maneira ou de outra, o Gig Economy ajudou a colocar diferentes termos na nossa vida, como “glamourização do trabalho informal”. Pessoas que são demitidas ou que decidem sair do mercado padrão para arrumar diferentes maneiras de ganhar dinheiro, entram na economia informal.

Nesse caso, o Gig Economy então seria um jeito moderno de nomear estilos de trabalho fora do padrão. Ou seja, sem uma carteira assinada, por exemplo. Contudo, não ter vínculo empregatício deixou de ser uma situação crítica.

Mas calma que ainda tem muito o que ser explicado.

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Conceito de Gig Economy

O termo, então, refere-se ao mercado que abrange empresa com profissionais independentes. Com o objetivo de executar serviços temporários sem vínculo empregatício. E quem busca por esse mercado, são os freelancers e autônomos.

Isso gera muitas possibilidades de atuação. Produtores de conteúdo, motoristas de transporte alternativo e gestores de redes sociais são alguns exemplos.

Muitos profissionais deixam o mercado para aproveitar todo esse mercado envolvido. E para aqueles que foram demitidos ou se encontram sem nenhuma experiência relevantes, seguem algumas dicas.

Economia freelancer 

Um dos principais direitos de ser freelancer é conseguir exercer diferentes trabalhos. A partir desse conceito, é possível experimentar vários até encontrar aquele que te dê mais afinidade como trabalhador.

Além de haver plataformas de divulgação de trabalhos, há também a oportunidade de se cadastrar nesses serviços. Essas plataformas, no caso, funcionam como intermediárias, criando regras para proteger as duas partes caso haja o descumprimento de leis. 

Já familiarizado com o mercado, é preciso regular o seu trabalho com o registro de Microempreendedor Individual. O famoso MEI.

Ter o Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) permite o acesso a melhores oportunidades de negócios com empresas que exigem essa formalização. Além, claro, de garantir os benefícios do INSS.

Entre eles estão aposentadoria e um regime para Imposto de Renda.

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Nessa vivência como freelancer, você não vai saber quanto receberá no final. Afinal, poderá ser conciliado múltiplas fontes de recebimento e nem sempre elas vão cumprir com o dever. Assim, é fundamental diminuir seus custos fixos para apostar positivamente na Gig Economy.

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Redes sociais

Para a realidade de freelancer, o marketing pessoal é o principal quesito para atingir o sucesso. Até porque eles são os principais responsáveis para conseguir clientes e, consequentemente, trabalho.

E as redes sociais servem como o principal meio para essas divulgações. Utilize-as como plataformas de portfólio. Publique seus trabalhos e mostre às pessoas o que você faz.

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FONTE

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