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Fundos de investimento ou ETF: qual o melhor?

Para escapar dos riscos de criar sozinho uma carteira de investimentos na Bolsa de Valores, investidores iniciantes escolhem aplicar em fundos de investimento passivos – conjunto de ações que não são compradas individualmente – ou ETF (Exchange Traded Fund) – aplicações de várias empresas em uma só.

Porém, você sabe quais as diferenças entre as duas modalidades? Para analisar qual vale mais a pena, vamos considerar três pontos: valor mínimo para aplicar, taxas cobradas e acompanhamento das ações.

Aplicações

Nem todos conseguem investir em qualquer tipo de fundo pois há aplicações que estabelecem o valor mínimo de R$20 mil. Por outro lado, para aplicar em ETF, basta comprar apenas uma cota do conjunto de ações. Por exemplo, no BOVA11, é possível comprar cotas por menos de R$60 cada uma.

Taxas e tributação

Considerando a alta varição de taxas de administração, geralmente os valores cobrados de ETFs são mais baixos. Por exemplo, o BRAX11 possui taxa de 0,20% e o BOVA11, 0,54%. Nos fundos de investimento, os custos giram em torno de 2%.

No imposto de renda, as duas modalidades de investimentos possuem a mesma tributação, não importa o prazo: 15% sobre o que rendimento.

Para as taxas de custódia e corretagem, prefira instituições ou plataformas com isenção de taxas ou as mais baratas, como as encontradas em muitas corretora de valores.

Monitoramento

Como são negociados na B3, os ETFs se comportam como ações separadas. Ou seja, é possível acompanhar cotação, gráficos e rendimentos em tempo real. Porém, nos fundos de investimento passivos, os resultados são publicados de mês em mês.

Leia também: Como controlar gastos: os melhores aplicativos

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