Motivos que fazem o dinheiro ajudar na felicidade

Qual o verdadeiro papel do dinheiro? Há muitas discussões sobre a verdadeira resposta dessa pergunta. Lógico que ele é feito para ser gasto, porém, não significa que ele deve ser desperdiçado. Por isso, o conceito de gastar acaba sendo muito amplo. Você comprar diversas coisas para ostentar, é diferente de fazer uso inteligente dele, no caso, gastando visando qualidade de vida e realização pessoal.

Na vida, cada um trabalha e recebe dinheiro em troca pelo esforço. Esse dinheiro, então, é revertido em comida, contas, produtos, serviços ou investimentos.

Além do conceito sobre o papel do dinheiro, há também sobre a felicidade. Afinal, felicidade é diferente para cada um. Com isso, há muita discussão sobre como as pessoas lidam com a felicidade. Por isso, para enxergar o dinheiro como um instrumento dentro desta busca, é preciso reforçar a capacidade de dialogar as prioridades com as aspirações.

Há visões de ser mais produtivo dissociar a felicidade de conquistas materiais, preferindo experiências vividas e realização pessoal. Dentro disso, existem três maneiras de relacionar o dinheiro com a felicidade.

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Deixar claro o que deseja 

É muito importante ter conhecimento de si mesmo. Assim, é possível aceitar quem você é e suas decisões. Claramente, encontrar o que gosta de fazer e definir o que quer, sempre vai ser assustador. Algumas vezes, até paralisante. É fundamental definir melhor o que você precisa e defini-las como prioridade.

Relação com o dinheiro é simples e direta. Quando você descobre o que gosta e as razões para lidar melhor com seus objetivos, você consegue usar seu dinheiro para realizações íntimas. Para isso, precisaria deixar a necessidade de ostentar e competir com a sociedade. Como o fato de você trocar uma viagem por um carro pela necessidade social.

Perdoar a si mesmo

É normal errar e tomar decisões sem pensar nas consequências, ou até mesmo fazer a escolha certa que resulte em situações indesejadas ou inesperadas. Se você espera o sucesso “da noite para o dia”, saiba que ele só vem depois de muitos anos de trabalho e tentativas, até que em um momento dá certo.

Caso você erre, exstem duas reações:

  • Indignação infantil: reação de procurar culpados e apontar o dedo ao invés de reagir e aprender. Esse tipo de reação mostra que a pessoa enxerga o fracasso como sinal inequívoco da falta de capacidade e de incompetência.
  • Resiliência: olhar a situação com humildade e procura entender o que deu errado para aprender com o fracasso. Nesse caso, o fracasso é temporário e se trata de uma etapa, e não o fim.

Essa reação é fundamental para permitir que o dinheiro construa a felicidade na medida que valoriza a humildade necessária para lidar com perdas e fracassos. Isso tira o ímpeto de julgamento.

Lidar com frustrações 

Do mesmo modo que o erro pode causar consequências indesejadas, algumas coisas que saem do planejado, gera frustração. Essa situação se diferencia do fracasso, porque, nesse caso, trata-se de um sentimento vivido em situações cotidianas ou geralmente enquanto o fracasso ainda não está nítido.

Quem se deixa abater pela frustração, pode deixar de insistir nos sonhos. Porém, pode chegar na fase mais perigosa, que é a de duvidar das próprias capacidades. E saiba que as frustrações tem uma ligação forte com dinheiro e felicidade.

Isso porque quem tem prioridades claras e um ambiente familiar saudável, com diálogos e controle, aprende a conquistar seus sonhos de maneira planejada. Tudo isso a partir do esforço próprio de trabalho, poupança e investimento.

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