Queda no desenvolvimento em fábrica da zona do Euro

Em junho, a fábrica na zona do euro em queda prejudicou o desenvolvimento da moeda e desacelerou para um recorde de baixa. O menor em 18 meses, além de ter caído pelo sexto mês consecutivo!

De acordo com os especialistas, o caso ocorreu em meio a preocupações generalizadas sobre barreiras comerciais. O seu impacto repercutirá na atividade econômica global.

O índice de gerentes de compras finais da IHS Markit em junho caiu para 54,2 em maio. Um toque abaixo da leitura do flash, mas ainda acima do nível 50 que separa o crescimento da contração.

Chris Williamson, economista chefe de negócios da IHS Markit, disse em entrevista que “a manufatura da zona do euro informou sua expansão mais fraca por um ano e meio em junho”.

Fora isso, os maiores riscos do assunto ficam pendentes para o crescimento interno da produção, previstos para diminuírem mais durante os próximos meses.

As fontes informam que há “preocupações crescentes de empresas relacionadas ao impacto de tarifas e guerras comerciais”. Segundo Williamson, este dado infere que as empresas estão “se preparando para o potencial de novas perdas de exportação”.

Contudo, esta deterioração das expectativas de negócios para produção futura tem se mostrado um dos maiores empecilhos para o mercado do euro em queda.

Apesar de um cenário mais moderado de crescimento e inflação poder ser criado, o Banco Central Europeu deve encerrar suas compras de ativos até o final do ano. De acordo com o que foi informado por uma pesquisa da Reuters: economistas apontam que o risco de estender o programa para o próximo ano é muito baixo.

Entretanto, não havia dado no relatório do PMI para sugerir que as fábricas no bloco monetário recuperarão seus robustos níveis de atividade no final do ano passado.

O crescimento de novos pedidos em junho caiu para o menor valor em quase dois anos, para 53,2, abaixo dos 54,2 em maio.

FONTE

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